
Comodoro
OUT AND LOUD. This may be the best way to present Comodoro’s first registry recorded on studio, the band that has been already well known by the crowd who circles around the best and most obscure rocker spots in São Paulo.
Together, Grull (vocals), Cronfli (bass), Chubas (guitar), Billy (guitar) and Azedo (drums) have wrapped up within 18 minutes and 10 tracks all the dirty, simple, naughty and inconsistent behavior that rock n’ roll has been missing. All in a result of 2 long weekends of work supervised and approved by the producer Biu – well known for his works with bands such as Ultraje a Rigor, Dead Fish, Dance Of Days, Lab and others.
Entitled “Acabou o Bailinho” (something similar to “the party is over”), the album brings a concise and mature sound, but even still, keeps an ironic and unpretentious attitude, within which “it’s all about having fun”.
And digging that deep into the sounds and themes addressed to their work is not even necessary to be able to realize the strong influence of classic bands such as Misfits, Cramps, Sex Pistols e Dead Kennedys. In fact, the band takes pride in that resemblance, once they are very opened about their passion for the kinky and perverse rock life style.
Above all, “Acabou o Bailinho” has appeared to shake the dirt among the underground scene, while still bringing a mean rock, filled with honest, impolite and high quality music. And may this never be too clear: it’s definitely not for beginners!
*****
Português:
CURTO E GROSSO. Talvez seja essa a melhor expressão para definir de bate-pronto o primeiro registro em estúdio do Comodoro, banda que já é velha conhecida do público frequentador dos melhores e mais obscuros buracos roqueiros da noite paulistana.
Em apenas 18 minutos, Grull (vocal), Cronfli (baixo), Chubas (guitarra), Billy (guitarra) e Azedo (bateria) veneram o terror, idolatram a birita e arrepiam a mulherada com 10 faixas simples, diretas, sujas e cheias de sacanagem e inconsequência, resultado de 2 finais de semana de gravações no Sin Sítyo em Mairiporã/SP. Tudo isso supervisionado e aprovado pelo produtor Biu, nome bastante conhecido pelos trabalhos com bandas como Ultraje a Rigor, Dead Fish, Dance Of Days e Lab, entre outros.
Intitulado “Acabou o Bailinho”, uma referência a um dos famosos bordões proferidos nos shows, o álbum mostra uma banda que soa madura, concisa, mas que ao mesmo tempo mantém uma atitude irônica e despretensiosa, com ares de “diversão é tudo o que importa”.
E nem é preciso fazer uma análise muito profunda da sonoridade e das temáticas abordadas pelo Comodoro para sentir a fortíssima influência de bandas clássicas como The Misfits, The Cramps, Sex Pistols e Dead Kennedys. Aliás, a semelhança é motivo de orgulho para os integrantes, que não fazem questão nenhuma de esconder a grande admiração pelo universo do rock perverso e pervertido.
No final das contas, “Acabou o Bailinho” é um disco que vem para revirar o lixo da cena e espalhar ainda mais a sujeira no underground, sem, é claro, deixar de brindar a galera com um rock malvado, recheado de composições sinceras, mal educadas e de boa qualidade. Mas que fique bem claro: definitivamente, o som do Comodoro não é coisa para iniciantes.
Read more on Last.fm. User-contributed text is available under the Creative Commons By-SA License; additional terms may apply.
Together, Grull (vocals), Cronfli (bass), Chubas (guitar), Billy (guitar) and Azedo (drums) have wrapped up within 18 minutes and 10 tracks all the dirty, simple, naughty and inconsistent behavior that rock n’ roll has been missing. All in a result of 2 long weekends of work supervised and approved by the producer Biu – well known for his works with bands such as Ultraje a Rigor, Dead Fish, Dance Of Days, Lab and others.
Entitled “Acabou o Bailinho” (something similar to “the party is over”), the album brings a concise and mature sound, but even still, keeps an ironic and unpretentious attitude, within which “it’s all about having fun”.
And digging that deep into the sounds and themes addressed to their work is not even necessary to be able to realize the strong influence of classic bands such as Misfits, Cramps, Sex Pistols e Dead Kennedys. In fact, the band takes pride in that resemblance, once they are very opened about their passion for the kinky and perverse rock life style.
Above all, “Acabou o Bailinho” has appeared to shake the dirt among the underground scene, while still bringing a mean rock, filled with honest, impolite and high quality music. And may this never be too clear: it’s definitely not for beginners!
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Português:
CURTO E GROSSO. Talvez seja essa a melhor expressão para definir de bate-pronto o primeiro registro em estúdio do Comodoro, banda que já é velha conhecida do público frequentador dos melhores e mais obscuros buracos roqueiros da noite paulistana.
Em apenas 18 minutos, Grull (vocal), Cronfli (baixo), Chubas (guitarra), Billy (guitarra) e Azedo (bateria) veneram o terror, idolatram a birita e arrepiam a mulherada com 10 faixas simples, diretas, sujas e cheias de sacanagem e inconsequência, resultado de 2 finais de semana de gravações no Sin Sítyo em Mairiporã/SP. Tudo isso supervisionado e aprovado pelo produtor Biu, nome bastante conhecido pelos trabalhos com bandas como Ultraje a Rigor, Dead Fish, Dance Of Days e Lab, entre outros.
Intitulado “Acabou o Bailinho”, uma referência a um dos famosos bordões proferidos nos shows, o álbum mostra uma banda que soa madura, concisa, mas que ao mesmo tempo mantém uma atitude irônica e despretensiosa, com ares de “diversão é tudo o que importa”.
E nem é preciso fazer uma análise muito profunda da sonoridade e das temáticas abordadas pelo Comodoro para sentir a fortíssima influência de bandas clássicas como The Misfits, The Cramps, Sex Pistols e Dead Kennedys. Aliás, a semelhança é motivo de orgulho para os integrantes, que não fazem questão nenhuma de esconder a grande admiração pelo universo do rock perverso e pervertido.
No final das contas, “Acabou o Bailinho” é um disco que vem para revirar o lixo da cena e espalhar ainda mais a sujeira no underground, sem, é claro, deixar de brindar a galera com um rock malvado, recheado de composições sinceras, mal educadas e de boa qualidade. Mas que fique bem claro: definitivamente, o som do Comodoro não é coisa para iniciantes.
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Comodoro lyrics
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