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Canção Agalopada - Zé Ramalho



     
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Canção Agalopada Lyrics


Foi um tempo que o tempo não esquece
Que os trovões eram roncos de se ouvir
Todo o céu começou a se abrir
Numa fenda de fogo que aparece
O poeta inicia sua prece
Ponteando em cordas e lamentos
Escrevendo seus novos mandamentos
Na fronteira de um mundo alucinado
Cavalgando em martelo agalopado
E viajando com loucos pensamentos
Sete botas pisaram no telhado
Sete léguas comeram-se assim
Sete quedas de lava e de marfim
Sete copos de sangue derramado
Sete facas de fio amolado
Sete olhos atentos encerrei
Sete vezes eu me ajoelhei

Na presença de um ser iluminado
Como um cego fiquei tão ofuscado
Ante o brilho dos olhos que olhei
Pode ser que ninguém me compreenda
Quando digo que sou visionário
Pode a bíblia ser um dicionário
Pode tudo ser uma refazenda
Mas a mente talvez não me atenda
Se eu quiser novamente retornar
Para o mundo de leis me obrigar
A lutar pelo erro do engano
Eu prefiro um galope soberano
À loucura do mundo me entregar
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written by Ramalho, Jose (Neto)
Lyrics © EMI Music Publishing

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Zé Ramalho (born José Ramalho Neto in Brejo do Cruz, Paraíba, Brazil, October 03, 1949) is a brazilian composer and performer. Zé Ramalho has collaborated with various major Brazilian musicians, including Vanusa, Geraldo Azevedo and Alceu Valença to name a few. Zé Ramalho is also the first cousin of Elba Ramalho, a well known Brazilian composer and performer. As with many musicians back in his younger days, he was first influenced by rock and roll; however, at the age of 20, his music took a more Northeastern Brazilian approach (forro, folk).

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